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Odiar-te, como posso?

Odiar-te, como posso?
Se morei dentro de ti,
E tu, amado meu, dentro mim!
Fantasia que não se apaga, não tem fim.

Tu não irás encontrar pela vida afora,
Amor tão forte que quando chora,
Sangra e fere meu peito, ó olhar marmorizado!
Espadas cruéis são as lembranças do que foi sonhado!

Da vida tu roubaste o encanto,
Pois o que era gozo, ardente e vibrante,
Afoga-me no mar da tristeza, cheio de pranto.

Quem me dera ser gelo, granito.
Com o coração talhado em mármore,
E tu vaga lembrança dentro do meu infinito.
Mel L Frankust
Enviado por Mel L Frankust em 05/11/2007
Código do texto: T724472

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Sobre a autora
Mel L Frankust
Goiânia - Goiás - Brasil
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Mel L Frankust