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FRÁGIL SAUDADE


Como é doce amar e não ser amado
Sentir a cruel sensação do dissabor
Do perdido entardecer, dos momentos cancelados
De todos os frágeis planos, de todo aquele falso amor

Hoje não é minha a tua constante indignação
E quão isso já bastaria
Carrego o teu desprezo, a tua ingratidão
mas confesso que tudo outra vez, não mais faria

Te dei um muito da minha companhia
Um pouco do meu cansado coração
Mas a ti não basta essa minhas ninharias
O que queres, não se compra com emoção

Mas não me queixo, o que sabes sobre a vida ?
Talvez também não tenho muito a te explicar
Saibas, o tempo cuidou das feridas
Agora conto o que passou...
Pra te mostra que não consegui me derrotar
Acácio Véras jr
Enviado por Acácio Véras jr em 06/11/2007
Código do texto: T725094

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Sobre o autor
Acácio Véras jr
Teresina - Piauí - Brasil, 32 anos
56 textos (2270 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/08/17 09:52)
Acácio Véras jr