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Sozinho

            Sozinho

A noite estava escuro solidão
Senti um vazio, uma deprê. E era o mar que escoava frio na areia.
O azul do céu ficou confuso e havia uma vela no horizonte.
A mão forte do pescador aproveitou o serenar das águas,
Para puxar um bruto das suas entranhas. Era uma arraia com mênstruo.
Então peguei a corda que amarra o tempo e no relógio das marés dei um nó,
Tudo parou, o mar deu um bocejo e o meu vazio e a deprê se foram, tragados
Por um boto cor de rosa que fugira da Amazônia, não sei como...
De repente aconteceu algo estranho
O amanhecer chegou radiante-
E havia gaivotas flutuando no ar
Tudo se modificou então, o dia adentrou forte
Não era a maré nem era o vento norte
Um brilho invadiu o sol, para deixá-lo mais brilhante ainda...
E era você minha poetinha...
Que invadiu sem perceber os campos da minha alma
Para com doçura me saciar com teus versos quentes
E me carregar com teus escritos
Pelas plagas infinitas dos teus sonhos...
BARRET
Enviado por BARRET em 06/11/2007
Reeditado em 06/11/2007
Código do texto: T725162
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BARRET
Salvador - Bahia - Brasil
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