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Talvez o Amor não saiba

 

 

Talvez o amor não saiba dos meus passos

Dos troncos das árvores por mim tatuados

Das noites cuja lua eu mesmo desenhei

Na intenção de iluminar os jardins perfumados

Que cuidadosamente cultivei

Pelos quatro cantos da cidade...

 

Talvez o amor não saiba dos meus passos

Das rosas vermelhas que eu sempre trago

Das cartas amorosas que eu enviei

Das musicas descaradamente românticas

Que apaixonadamente dancei

Nos braços da mocidade...

 

Talvez o amor não saiba dos meus passos

Dos poemas de amor por mim publicados

Das musas perfeitas que eu mesmo criei

Do sonho utópico de amar e ser amado

Que inconseqüentemente entreguei

Nas mãos da felicidade...

 

 

ULISSES de ABREU
Enviado por ULISSES de ABREU em 07/11/2007
Reeditado em 07/11/2007
Código do texto: T727565

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Sobre o autor
ULISSES de ABREU
Viçosa - Minas Gerais - Brasil
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