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A MORTE DO POETA


 Não chorem,orem, lamentos são em vão.

 O poetinha não morreu, não findou,

 Elevou-se somente à uma nova dimensão,

 Mas deixa seus poemas a quem ficou;

 impregnados de perfumes de flores;

 escritos infindos, com muita paixão;

 para seus caros amigos e seus amores;

 deixa tambem uma sonora e cândida canção;

 para o único amor que há muito feneceu;

 e seu esperançoso e tímido coração;

 batidas a pulsar no peito de uma criança;

 tambem deixa seus órgãos para doação;

 para que renasçam esperadas esperanças;

 n'almas dos carentes desta linda Nação.

 

 

 

 
Maurélio Machado
Enviado por Maurélio Machado em 17/11/2005
Código do texto: T72773
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Maurélio Machado
São Bento do Sul - Santa Catarina - Brasil
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