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Estrada da vida

Caminhava numa estrada deserta
Lá longe avistei um vulto que logo me desperta,
Chama atenção para a realidade da vida
Vivida com sobressalto, seja no asfalto
Ou numa estrada de chão.

O coração disparava, não sei se de medo ou emoção
Medo talvez pela certeza da solidão
Emoção talvez pela incerteza da surpresa
Que pudesse alegrar ou ferir meu coração.

Caminhava como um adepto do Kuper
Sobre a esteira rolante, estonteante era o esforço
Que fazia o suor iniciar-se pela cabeça
E descer por todo corpo de coração ofegante.

E por entre a poeira, parecendo pensar asneiras
O vulto logo desapareceu rodopiando-se no ar,
Emitindo raios de luz multicoloridos aliviando a dor
Pelo o muito que eu havia sofrido...

O céu se abriu e as estrela com seu manto sagrado
Meu corpo cobriram, os anjos tocaram seus clarinetes
E à mesa farta ofereceram-me um banquete daqueles
De causar arrepios a emoção e quando dei por mim
Não estava mais só, rodeavam-me os duendes.

Ô Deus!  Como é bom a fé, alimenta alma e coração!
R J Cardoso
Enviado por R J Cardoso em 08/11/2007
Reeditado em 08/11/2007
Código do texto: T728147
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
R J Cardoso
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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2 e-livros (415 leituras)
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R J Cardoso

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