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NOVAS MANHÃS

E depois de passar muito tempo,
se me lembro, tive que aprender
a respirar novamente, como seguir sozinho.
Padecer nada digo pois, seus predicados
sempre estiveram comigo,
como se contempla.
 
Já não consigo compartilhar
meus sonhos, não existe mais ninguém
para pedir um beijo, nem braços
para um prolongado abraço...
 
Tornei-me um cego sem um guia,
um andarilho sem rumo certo, sem
esperança de encontrar a mim mesmo
ainda que em qualquer lugar, e aí, os
meus eus já não se integram...
 
A partida levada a efeito sem notícia,
interrompeu o desejo de viver abraçado
com a felicidade, eu não sei como está
no seu lado, no meu,só lembranças amargas.
 
E agora..., tanta dependência,
tantos desencontros, tantas procuras,
que até duvido que possa
existir novas manhãs...


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

   




 


Wil
Enviado por Wil em 08/11/2007
Código do texto: T729306
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Sobre o autor
Wil
São Paulo - São Paulo - Brasil, 82 anos
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Wil