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Homem Cândido

Senta criança tola.
Vamos conversar.
Tenho tanto para lhe dizer,
Tanto para lhe falar.

Não fuja dos olhos que te olham;
Não fuja da boca que te quer;
Não fuja das mãos que lhe acariciam;
Não, não fuja dessa mulher.

Pode nutrir seus sonhos homem cândido,
Pode sempre voar
Mas, lembre-se...
Com os pés no "chão"
Pois nem tudo é tão fácil alcançar.

Como lhe amo criança tola,
Como és querida por mim.
Se "sonhasse" o quanto lhe amo,
Nunca, jamais agiria assim.

Não figiria desse olhar que te olha;
Não fugiria dessa boca que te quer;
Não fugiria dessas mãos que lhe acariciam;
Não, não fugiria dessa mulher.
 
Milca
Enviado por Milca em 14/11/2007
Código do texto: T737190

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Sobre a autora
Milca
Campos dos Goytacazes - Rio de Janeiro - Brasil
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Milca