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SEMPRE O AMOR...

SEMPRE O AMOR...



Enquanto caminho, revivo,
A cada passo, um motivo,
De singular inquietação
Trago no peito cativo
Um sentimento, negativo,
Fugaz obsessão.

O semblante segue altivo
Mas na alma, um nativo,
Senso de abstração.
Faz a dor, agente ativo,
Agir forte, em coletivo,
Com a dura solidão.

Ando mais e já passivo
Não encontro incentivo
Que me dê uma razão
Embora seja inquisitivo
Abstraio, negativo,
A presença da paixão.

Sentimento imperativo
Não aceita alternativo
Exige grande devoção.
O amor, ainda vivo,
Poderoso lenitivo
Pode ser a salvação.

Entrego-me redivivo
A esse poder curativo
Que fulmina a ilusão.
Só requer ser criativo
Não negar o sensitivo
E entregar o coração.

Luiz da Silva Rosa
Enviado por Luiz da Silva Rosa em 15/11/2007
Código do texto: T738611
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Luiz da Silva Rosa
Santa Isabel - São Paulo - Brasil, 61 anos
71 textos (6896 leituras)
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Luiz da Silva Rosa