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Meu coração

Esse animal selvagem
Indomável, indomado
Sempre em sonhos, eterna viagem
Pra esconder, a sua dor. Calado.
Meu companheiro de eternas aventuras.
Meu refúgio, após as desventuras.
Um pedacinho, assim tão pequenino
Que me transforma, sempre num menino.
Ao vislumbrar um novo amor, assim.
E quando vem a solidão, em mim.
É o coração que me consola sempre.
Pois diz que tudo passa nessa vida.
Que nada dura eternamente.
E o tempo cura todas as feridas.
Mas coração, não me faça sofrer.
Olhe em volta, tente perceber.
Seja um pouco mais criterioso.
Não se apaixone, assim tão facilmente
Seja um pouco mais malicioso
Ao se entregar
Tome o maior cuidado.
E não cometas o grande pecado.
De amar alguém que não te pode amar.
TadeuBarueri
Enviado por TadeuBarueri em 17/11/2007
Código do texto: T740315

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Sobre o autor
TadeuBarueri
Barueri - São Paulo - Brasil, 60 anos
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TadeuBarueri