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sentidos irreais de um amor perfeito

tão singelo e surpreendentemente raro,
mui caro e inocentemente belo,
era o amor que no peito me crescia...

tão puro e tacitamente aceito,
no leito tão nitidamente escuro,
era o amor que ao teu ser mentia...

tão forte e eternamente pálido,
por inválido foi à própria sorte
entregue o amor que me invadia...
Clóvis Luz da Silva
Enviado por Clóvis Luz da Silva em 23/11/2007
Reeditado em 23/11/2007
Código do texto: T749072
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Sobre o autor
Clóvis Luz da Silva
Ananindeua - Pará - Brasil, 51 anos
36 textos (11552 leituras)
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Clóvis Luz da Silva