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Limites

lisieux

Lavo-me nascente fria e cristalina,
livro-me veludos, minhas vestimentas.
Levo-me passos, penhascos, precipícios;
limpo-me lama, vielas, esquinas...

Listo-me, escrevo, cadernos da vida.
Liquido-me, tiro certeiro no peito.
Leio-me história de enredo imperfeito,
louvo-me cântico, angélico coro...

Limito-me, castro-me
deito-me
morro...

SBC – 26.08.04
lisieux
Enviado por lisieux em 22/11/2005
Código do texto: T75014
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Sobre a autora
lisieux
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 61 anos
394 textos (14454 leituras)
3 e-livros (409 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 20:06)
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