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CORTINA


   
SENTI UMA DOR NO CORAÇÃO,
DOEU TAMBEM A MINHA ALMA,
NA HORA EM QUE SOLTASTE A MINHA MÃO,
NO DIA , EM QUE TU FOSTE EMBORA.
SENTI OS MEUS SONHOS DERRUBADOS,
COMO SE FOSSEM UM EDIFÍCIO IMPLODIDO,
AO VER-ME ASSIM, TÃO ACABADO,
E ME SENTINDO ASSIM, TÃO ESQUECIDO,
E FORAM TANTOS OS CAMINHOS, POR NÓS PERCORRIDOS,
MAS TUDO FINDOU-SE COM UM TRISTE ADEUS,
ACABOU-SE UM MUNDO TRANQUILO,
TAMBÉM, MORRERAM OS MENINOS
DOS PECADOS QUE ERAM MEUS,
MAS, NASCE UMA ESPERANÇA
DE UMA VIDA CALA E MANSA,
MAS A FELICIDADE SE TRANCA
EM UM COFRE DE CONFLITOS,
TRANCADO A SETE CHAVES,
E SEM DIREITO A GRITOS,
E A CORTINA SE FECHA NO ALÉM.

POETASP
Enviado por POETASP em 25/11/2007
Código do texto: T751457

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Sobre o autor
POETASP
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
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