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Barbaridade do Amor

Ai ai...Como é cruel a incerteza
Que cabeça mais confusa!
Escolher ou encolher, tenhas firmeza!
No usa ou não usa, ficas no abusa.

Deixas de usar o pensamento do outro
Buscando na vã benificência
As pobres vantagens do falso ouro
Saibas usar a boa inteligência.

Venha! Aproveita essa fina boca
Mistura os nossos perfumes
Sejamos vampiros, usa a força louca
Exclua os outros que tem os ciúmes

Usa-me com força, me devora!
Pois na vida, o tempo se aproxima
Aproveita o meu calor, se apavora
Pois o frio da morte, vem em cima...

Não sou musculoso, cão de academia
Nem tenho os dentes de pasta de dentes
Sou magro, sou gato que ronrona e mia
Mas ao aconchegar, verás carinhos ardentes

Vamos ora, o que tens a temer?
Só por eu não ser aquele que você sonhou?
Desça do salto alto, juntos podemos ser
Ser uma união, carnes que a mente projetou

Quero ser o seu bondoso bandido
Te assaltar prendendo sem temor
Cometer crimes e não ser foragido
Na Bárbara barbaridade do amor...
Eduardo Oliveira
Enviado por Eduardo Oliveira em 28/11/2007
Código do texto: T755809

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Sobre o autor
Eduardo Oliveira
Campina Grande - Paraíba - Brasil, 27 anos
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Eduardo Oliveira