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ALGO

ALGO
Olavo – 16/03/96

Naquele momento porem, algo então aconteceu,
você olhou nos meus olhos e eu olhei nos teus.

Foi algo assim magnifico, nem sei como explicar
pois foi tão de repente que me fez arrepiar.

Agora sempre que a vejo, fico comigo a pensar
será que isso é amor, ou será que vai passar.

Hoje, eu sei que te quero, mais, somente prá ficar,
O amanhã nunca se sabe, pode ser para te amar.


SOLIDÃO
Olavo – 29/11/96

E veio a solidão inexorável, como toda solidão, triste, amarga,
insuportável, melancólica. Tudo isso sem contar, a chuva que cai lá fora,
tornando este momento ainda mais angustiante.

Mais passará, tenho certeza, pois sei que voltaras,
E eu estarei aqui, a te esperar, como se a única tábua
de salvação fosse você nesta minha vida de incertezas.

Olho para o céu, nenhuma estrela me espia,
no firmamento tudo é nebuloso.
A chuva fina me faz sentir calafrios, vou para cama,
deito-me e cubro-me até o sono tomar conta de mim.

Amanhã, tudo estará bem, como os olhos inchados,
mais tudo bem, procurarei novas atividades ,
tentarei esquecer o que se passou entre nós.

Se você voltar antes que eu te esqueça, poderemos
renovar nossas esperanças, caso não volte a tempo,
talvez encontre-me com outra que conseguiu,
espantar a imensa solidão que me tolhia.
                                           
Olavito
Enviado por Olavito em 30/11/2007
Código do texto: T759793

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Sobre o autor
Olavito
Sorocaba - São Paulo - Brasil, 65 anos
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