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Em meio à liberdade

Bons sentimentos não podem estar longe da liberdade
Se não existe liberdade, não há sentimentos
Se inexistir a liberdade, não há amor.

Tanto na liberdade, como no amor, há dor
Como no amor, na liberdade há terror
Liberdade é incerteza
Amor é a incerteza eterna

Desconfio que seja por isso que temos medo
Amar é doar, e toda doação tem o seu custo
A liberdade, ao contrário do amor, não tem preço
Com ela, também não se vai longe sem o amor

Tanto o amor como a liberdade são sentimentos inegociáveis,
Impossíveis de mensurar
Passam longe das máquinas de calcular,
dos computadores de última hora, economistas e bajuladores de plantão.

Amar com liberdade é sofrer as conseqüências
da incerteza
da solidão
do medo
do inexistente...

Amar com liberdade é sofrer as conseqüências
da mansidão
do ombro amigo
da paixão
do existente...

Aos seres humanos cumpre a escolha: “Amar é demasiadamente humano”


 
Lúcio Alves de Barros
Enviado por Lúcio Alves de Barros em 02/12/2007
Código do texto: T761538
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Lúcio Alves de Barros
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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Lúcio Alves de Barros