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AMOR DE CANGAÇO.


(Sonetos de Malume)






Não posso perder a chance, de te dar o meu amor,
O momento faz a hora, e como as folhas da amora,
Nutrem o bicho-da-seda, teu fogo de labareda,
Aquece o meu coração, é este corpo, paixão!

E quando menos se espera, se abre uma janela,
E eu te vejo sorrindo, e como um tamarindo,
Que cai quando está maduro, eu fico sem suportar,
Eu nos teus braços seguro, me perco todo em te amar!

Teu beijo forte qual chuva, me molha ao meu bigode,
Meu sangue fica fervendo, e teu amor me explode,
Nós somos dois contra o mundo, é força que nos sacode!

Tua presa domadora me faz cativo em teus braços!
E como teu prisioneiro, me amarro neste cangaço,
Nunca vi homem de aço, contra mulher, ninguém pode!




Direitos autorais reservados.






Malume
Enviado por Malume em 26/11/2005
Código do texto: T76486
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Sobre o autor
Malume
Fortaleza - Ceará - Brasil
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