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COISAS DO AMOR (1.13)

Sonetos de: Malume



Passei por abismos, escapei da morte,
Mas te conquistei, amor da minha sorte!
Como o sol que nasce, te dei meu calor,
Nas noites tão frias, me deste amor,

Mulher que se estima, ao homem ela mima,
Seu peito qual cacho, de flor de catléia,
É como a glicose, de uma colméia,
São coisas do amor, que a vida anima!

Das noites de amor, fui teu travesseiro,
Nos versos de amor, eu fui teu carteiro!
Mulher nunca cansa, com o seu esposo!

Das noites de sono, foste meu repouso,
Teu beijo, teu sono, teu sonho, eu quero,
Na vida de amor, não há lero-lero!




Direitos autorais reservados.
Malume
Enviado por Malume em 26/11/2005
Código do texto: T76695
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Sobre o autor
Malume
Fortaleza - Ceará - Brasil
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Malume