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SEGUNDA CHANCE

Lembra-te que o mesmo mar que expulsa as ondas, depois as recebe de volta
Lembra-te que a noite que abandona o dia, logo depois o aceita
Lembra-te que ao saíres de um lugar, nele retornas pela mesma porta
Lembra-te que o feio num certo olhar, para outro é rara beleza!

Lembra-te que a mesma terra que sepulta, também é o chão da criança
Lembra-te que a planta arrancada, talvez volte a crescer
Lembra-te que o peito vencido, também pode se encher de esperança
Lembra-te que a tristeza da noite, dá lugar á força do amanhecer!

Lembra-te que a água que sobe, o chover nos devolve
Lembra-te que o cão que te morde, pode te vigiar
Lembra-te que o veneno que mata, alguns males resolve
Lembra-te que a cara de hoje, pode coroa vir se tornar!

Lembra-te que a ave ferida, um dia voltará a voar
Lembra-te que todo amanhã, não precisa ser igual ao antes
Lembra-te ao lembrar de mim, que podes me perdoar
Lembra-te que em tudo na vida, sempre há segunda chance!
Reinaldo Ribeiro
Enviado por Reinaldo Ribeiro em 06/12/2007
Reeditado em 03/01/2012
Código do texto: T767146

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Sobre o autor
Reinaldo Ribeiro
São Luís - Maranhão - Brasil
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Reinaldo Ribeiro