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TORPOR

Paraliso, quedo-me e escuto
Atenta naquele ritmo revoluto...
Tremo! sinto esta tormenta,
Que meu corpo experimenta.
Infeliz vestimenta...
Mas como consigo o luto?
Racho o meu ser, amputo
Memória infame, macilenta!

Como pode ser assustador
Saber que dependo do amor...
Esse velho conhecido,
Que voltou arrependido!
E que depois de tanta dor,
Me quer arrancar do torpor...

Agora quero prosseguir
Ser e sentir...
Desbravar rumos,
Inventar prumos...
Guiar a mudança,
Confiar na bonança!

Se ganhar o amor,
Que venha a dor...
Mas meu coração trovador,
Ainda que continue sofredor,
Não aceita mais o torpor!!!
PCS
Enviado por PCS em 06/12/2007
Código do texto: T767485

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Sobre a autora
PCS
Portugal, 49 anos
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PCS