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Temporal de amor, AMOR VERDADEIRO _ (DUETO POÉTICO)

Reclamas quando tenho
N’alma as lembranças

MAIS DOCES E MAIS SUBLIMES

VERDADEIRAMENTE VIDA NÃO CONCEBIDA
O tempo onde dorme as esperanças

NINA TAMBÉM A ILUSÃO PERDIDA
D’alma cheia de sonhos lindos...

COMO PÉTALAS DE ROSA EM FLOR
Diz-me que fico tristonho

PORQUE TUA TRISTEZA É ALGO BISONHO
Poetizo mendigando

E VOU-ME ANULANDO EM FUNÇÃO
Um amor que me atraiçoou

E TUDO QUE TE DEI, NÃO VALORIZASTE...
Ao pensar que era feliz...

(NA VERDADE O FUI, MAS ILUDIDO!)
Talvez não entenda

POUCO ESFORÇO FAZES, ME COMPREENDA!!
Ao mitigar no passado

(PARA MIM , FOI SONHO DOURADO!)
Relembro fantasias, venturas!

ALEGRIAS, VIVÊNCIAS DE MIL TERNURAS!
Dormia no sono profundo

MAIS ENTORPECIDO, QUE A BELA DA ESTÓRIA!
Vivia adormecido...

ALI PARADO, INERTE...
Um dia ao ser ultrajado

(QUE DOR PROFUNDA SENTI!)
Acordei sobre-saltado

MEUS OLHOS VOLTARAM-SE AO ALTO
Percebia que só eu,

APENAS UM DE NÓS...
Morria...

UM POUCO MAIS, A CADA DIA...
Dei um basta, fui à luta!

NADA É ETERNO, SEM CONCLUSÃO
Dei um fim nas amarguras

QUERO MAIS, QUERO CANDURAS!
Sai do profundo escuro

EM BUSCA DE LUZ, EU
Acendi o sol que apagara

(MAS SEMPRE UMA FAGULHA FICA!)
Ao ver teus olhos nos meus...

QUERENDO DIZER TRISTE ADEUS!
Senti o bosque que ama a lua

E TEM DESEJOS DE VÊ-LA NUA
Tirei do pranto essa ternura

QUE DESFEZ MINHA AMARGURA
Amo-te tanto,

MAIS QUE O PRANTO QUE DERRAMEI
Que nem sei

A INTENSIDADE NÃO CONTABILIZEI
Quem; antes amei...

SÓ SEI, QUE MUITO A TI DEDIQUEI
Nas lembranças que amo
As grinaldas o prazer desfolhou

NO FUNDO DE MINHA ALMA, TUDO FICOU
São relíquias em um banquete feliz

DA VIDA CÂNDIDA QUE EU QUIS,E
Que em teus braços

COMO LARGOS TRAÇOS...
O amor se fez...

MAS ERA SÓ UMA VEZ!!!
E nos alvitres que amo

(QUIMERAS QUE AINDA CLAMO)
Como o lago prateado, os amantes!

SÃO ESTRELAS BRILHANTES...
Os pássaros as sombras das árvores

TESTEMUNHAS DOS MEUS SONHOS ERRANTES...
Agradeço ao meu Deus

QUE TUDO ME PROVÉM
Essa tempestade de amor

(PRESENTE DE MAGIA EM FLOR!)
Que chegou como quem vem do nada

ASSIM, COMO BRISA DE MADRUGADA
No olhar de uma princesa encantada

DOCE MULHER, OLHAR DE FADA
Minhas lembranças,

REMINISCÊNCIAS A MINHA MERCÊ
Acabam sempre em você...

VOCÊ, SIMPLESMENTE VOCÊ...



Minúsculas: Agostinho Moreira da Costa

MAIÚSCULAS: DENISE DE SOUZA SEVERGNINI
Denise Severgnini
Enviado por Denise Severgnini em 27/11/2005
Código do texto: T77043

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Sobre a autora
Denise Severgnini
Novo Hamburgo - Rio Grande do Sul - Brasil, 57 anos
11345 textos (916741 leituras)
16 áudios (8882 audições)
311 e-livros (34110 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 06:30)
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