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AS MÁGOAS O AMOR APAGA

Não chores, pois, a vida é risos.
Não vês a Natureza aberta em flores?
Não fujas quando a paixão te busca,
Envolve-te nos seus sensuais fulgores.

Diz não à tristeza todo dia,
Deixa que as mágoas o amor apaga.
Por que cantar melodias de queixumes
Se tens a minha mão que te afaga?

Não faças da vida teatro aborrecido,
Pois, é teu o meu carinho calmante,
Que te fará forte, incansável amante,
E afastará, de ti, a dorida solidão.

Deixa que o meu sentimento profundo
Seja o alicerce do nosso paraíso,
Cercado de rios, pássaros e lumes,
Para que o céu feliz, com largo sorriso,

Celebre o fim da imensa tristeza,
E o mar sussurre prece em voz baixinha,
Louvando o nascimento de nova vida
E da paixão que era só minha...

01/06/03.
Maria Hilda de Jesus Alão
Enviado por Maria Hilda de Jesus Alão em 28/03/2005
Código do texto: T8199

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Sobre a autora
Maria Hilda de Jesus Alão
Santos - São Paulo - Brasil
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Maria Hilda de Jesus Alão