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Calada da noite

Na calada da noite senti tuas mãos quentes percorrerem meu corpo ainda frio.
Na madrugada gelada, me aqueci em teu corpo e adormeci em teu peito. O peito que já me confortou tantas vezes e que ainda me conforta regularmente.
Quando estamos juntos penso que deveríamos estar separados, e quando estamos separados eu quero estar junto a ti.
Os sentimentos que sinto não sei explicar, talvez eu até não os demonstre, mas não é por mal, é porque eu ainda não descobri o melhor jeito, ou até mesmo, não descobri jeito algum.
Eu sinto o tempo passar, mas o telefone continua mudo, e minha voz está calada, pois ela quer ser falada somente pra você nesse momento, nessa vida, nesse amor.
Eu me sinto como um Colibri num jardim de Pardais.
Sou um pássaro solitário sem meu par, sem meu desejo, e estou somente com a minha dor nesse jardim do amor.
Os pássaros voam, e eu queria voar pra você, e estar ao seu lado e sentir seu cheiro que me domina cada vez que estás por perto de mim.
Sentir suas mãos macias e quentes enlaçando meu corpo, sua boca com seus beijos molhados vindo de encontro à minha boca, e sentir seu peito aconchegante e me aconchegar nele pra dormir, sentindo suas mãos percorrendo meus cabelos, acariciando-os e me fazendo embarcar num sono de sonhos maravilhosos.
A vida foi feita pra ser sonhada e o sonho feito pra ser vivido.
E você é o sonho perfeito que eu vivo, e a vida que eu sonho cada vez que adormeço.
Lilith Góthica
Enviado por Lilith Góthica em 09/12/2005
Código do texto: T83400

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Sobre a autora
Lilith Góthica
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 33 anos
240 textos (31366 leituras)
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Lilith Góthica