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Linda donzela

Linda donzela
Sabes como és bela
Enfeitiça-me
Atiça-me
Esse seu esplendor
Canto com louvor

Oh! Senhorita
Não sejas minha amiga
Sejas minha amada
Mas não por esmeraldas
Mas por esses versos
Que escrevo assim tão belos

Teus olhos escuros
Esse teu olhar noturno
Reflete as estrelas
De tal reluzente maneira
Que exalta tua beleza
Boniteza
Em meu corcel alado
Este poeta mal-amado
Te buscaria na torre
Enfrentaria toda corte

Em cada poça de sangue
Há um demônio dançante
Em cada lâmina quebrada
Há uma alma maltratada
Há cada poeta morto
Nasce sempre um novo
Em cada amor calado
Há sempre um coitado
E em cada linda dama
Há quem a clama

Oh! Senhorita
Não sejas minha amiga
Sejas minha amada
Comigo sejas louvada.
BOI (Luciano Alencar)
Enviado por BOI (Luciano Alencar) em 22/12/2005
Reeditado em 01/04/2006
Código do texto: T89234
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BOI (Luciano Alencar)
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 29 anos
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BOI (Luciano Alencar)