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ETERNAMENTE

ETERNAMENTE

Nadir A D’Onofrio

Tempo, que assistiu o amor eclodir
Crescer, fortificar, florescer
Viu fruto amadurecer
Tempo seu, tempo meu, tempo nosso...
Apontou, direcionou fez acontecer
Ao sabor doce das romãs
Junto ao canteiro de alecrins
Pergunto-te grande senhor...
Regente dos meus dias
Onde está minha alegria?
O que fizeste do amor que tive um dia?
Tu mesmo trouxeste a felicidade
E sem explicação alguma
Retirou da minh’alma tão belo sentimento
Substituindo por triste lamento
O mesmo tempo, que nos aproximou
Sorrateiro...também...separou...


Volto no mesmo jardim
Vejo rosas, lírios, gardênias, jasmins
Flores que juntos cultivamos
Mas é na suavidade da brisa
Desalinhando meus cabelos
Trazendo o perfume do alecrim
Que sinto a presença marcante
Tão próxima dele junto a mim
Do homem, com expressão de menino...
No corpo a beleza de Apolo
Nas mãos a suavidade da pluma
Em seu beijo o sabor da romã
Imprimiu em minha lembrança
A sensualidade de um ser
Do amante perfeito
Eternamente viverá
No cenário do nosso tempo
Na minha imaginação....

20/12/2005
Santos SP

Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 22/12/2005
Reeditado em 27/04/2011
Código do texto: T89525

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Sobre a autora
Nadir DOnofrio
Santos - São Paulo - Brasil
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