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AMOR ANESTESIADO

Agora que o Natal já era
e se dispensa o presente
já me seria bastante
que o Amor,
ora em compasso de espera,
não se fizesse tão distante
e, se possível, menos ausente.
Agora que o Natal passou
e por ele não mais se espera,
espero que o Amor não passe
como uma dor com analgésico,
ou seja um simples já era.
Ausente. Anestésico
Débora Denadai
Enviado por Débora Denadai em 26/12/2005
Código do texto: T90594

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Sobre a autora
Débora Denadai
Caracas - Distrito Federal - Venezuela, 54 anos
722 textos (154025 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 12:48)
Débora Denadai