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PAI

 PAI
De Iolanda Brazão

E assim partiste
Sem ao menos se despedir de mim
Não chamaste pelo meu nome
Não me deste um abraço
Por que?
Precisava ir assim desta maneira?
Tinha que ser agora?
Por que não deixou pra ir outra hora?
Assim eu poderia ter visto você
Mais uma vez com vida
Poderia dar-te outros abraços apertados
E dizer o que sempre repetia pra você
Pai, eu te amo...
Então veria teu sorriso largo
E o som lindo de sua risada
E agora o que faço?
Sem você? Responda-me?
Tire-me este no na garganta
Esta angustia que invadiu meu corpo
Levando-me a levitar
Que agora me faz chorar
E assim  procurar algo para me agarrar
Tentar assim me enganar
E  então encontro o  seu retrato
Na foto eu abraçada a ti
No nosso último abraço
Na nossa despedida
Você sorri de contentamento
Vejo o brilho nos seus olhos
Naquele especial momento
Você  e  eu...
E o  nosso amor!
Um amor que não vai acabar
Que transcenderá
Tudo e todos.


23:55   22/03/2003 ( Meu adeus).
Iolanda Brazão
Enviado por Iolanda Brazão em 23/03/2006
Código do texto: T127127

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Sobre a autora
Iolanda Brazão
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Iolanda Brazão