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SIMPLESMENTE ROZALINA

A metade diz do seu nome.
O que és por natureza,
Frágil e delicada
Como toda deve ser.

Rara talvez, dentre todas.
Teu perfume também
É marcante por ser rosa.
Rosa, sim. Porque não?

Rosa que não fere,
Que não seja por amor,
Por que espinhos não tens,
Rara por este motivo, não sei.

Ora és vermelha,
De vergonha, não,
De paixão, pura paixão.
Roza, rubra rosa,

Ora és branca
De brilho, também,
De paz, pura paz.
Roza, alva rosa,

E ora és rosa
Simplesmente rosa,
De amor, puro amor.
Rosa, simplesmente Rozalina.


Tássio Telles, Nazaré da Mata/PE, 02 de outubro de 2001.
 
Tássio Telles
Enviado por Tássio Telles em 12/05/2006
Código do texto: T154688

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Sobre o autor
Tássio Telles
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 36 anos
55 textos (1705 leituras)
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Tássio Telles