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Poeta Fulgaz

                            À Laerte Brandão Sancho

Com as mãos tece as linhas,
com rebuscados compõem seus versos.
Explode, desencadeia sem medo e divaga,
com a retórica imperatriz de uma poesia viva.

Vivo, fulgaz, exuberante, teu vigor
enobrece cada idéia imprimida no frio papel,
que sorri ao ser acariciado por sua tintas escandalosas.
Respiração ofegante e um tremor crônico de um escritor,
inspiram tuas luzes e tuas palavras.
Poeta redivivo de época áurea.
Liberdade nas palavras, como um pássaro no oceano.

Escreva!Componha!Teu dom é um canto,
tua revolta é intimação juvenil de um peito novo e velho,
que esperançoso faz arte, e cria arte, e vive arte.
Arte, artista, esculpi a palavra, harmoniza o poema.
Meus versos nada rebuscados,elogiam tua madura poesia,
de um escritor nato, de escola vencida, mas que caminha
com tuas mãos quentes e fortes.

Abraços.Abraços poéticos, abraços de irmão,
de amigo, de um vidente que não enxerga
tua linha do horizonte, por ser vasta.

Imprima tua poesia enquanto vives,
e vivas quando morreres, pois a vida é assim,
(pra quem é poeta),cheia de poesia.
 
Freitas de Carvalho
Enviado por Freitas de Carvalho em 26/06/2006
Código do texto: T182558
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Sobre o autor
Freitas de Carvalho
São Bernardo do Campo - São Paulo - Brasil, 27 anos
31 textos (695 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 02/12/16 22:29)