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TABERNA DA POESIA

Nadir A D'Onofrio
Dedicado ao Site O DONO DA LOJA
 

Brumas embaçam minha visão
Sinto-me, perdida...
Emoldurada por essa chuva fria
Mar revolto, e o lamento
Contido, na sinfonia que o vento traz
Eu, ser errante, caminho à procura de algo
À procura de nada.
Mundo sombrio
Perdi-me nos labirintos da ilusão
Onde estou, onde está meu coração?
Ainda pulsa ou já deixou de viver?
Não sei se ainda existo!
Ou sou, espectro pairando?
Ouço... suave melodia...
Minha’lma se refaz...
Devagar, parece reviver!
Vejo luzes e um letreiro
Uma Taberna um convite
Confusa ainda sem rumo
Decido, por essa porta adentrar
Não é uma Taberna qualquer!
Tem perfume, aroma de flores
Elixir de sabedoria
Tem carinho, afeto
Amizade, dedicação
Amor e poesia!

17/07/2004
Santos SP

Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 18/01/2005
Reeditado em 28/04/2011
Código do texto: T1861

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Sobre a autora
Nadir DOnofrio
Santos - São Paulo - Brasil
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Nadir DOnofrio

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