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Acarinhando um Gesto...

Pisas, como pássaros com honras e delicadeza
o chão que germina os versos de minha poesia,
desabrochando em rosas ,enaltecendo a natureza
versos são flores ! Nas cores, cantam á elegia...

São preces ,elevadas louvando em eco a expressão
o caminhar peregrino ,que canta dançando a singeleza.
odes encantando infinito. Paginam escritos no coração
cristalizando rios, batizam vertendo pureza...

Ensinam-me os viveres, o premunir desta canção,
Que compõe a alma, aragem esculpida na beleza .
Vistas no ventar deste momento ,arfando na emoção
retirando do SER rebuços abominados da crueza...

Que enganam a mente túrgida, corrompe e da vazão
Ouvindo murmúrios verbalizando a malvadeza!
Maus presságios, infortúnios dos lábios do cão.
Verso transmutando miasmas da silente tristeza...

Rimas bordadas tramas que aos anjos alegrarão !
Nos palácios santificados ungiu óleo de sua alteza,
E os Deuses em odes aclamados a mim bendirão ,
como fazes meu leitor, amando as letras na certeza...

Que eles aos céus trilharão pontes, e lá chegarão
No encantamento soprando palavras na destreza.
Versejando a infinitude odorando esse jargão,
Arcanjos testemunhando a minha fortaleza...

Solo alistado afinando ritmo a pena diapasão
No poema que incita voejar com luz e clareza .
Acordoando harpas e alaúdes em sua unção
Mandando longe sem olhar a trás a avareza...

Ouvindo cânticos gregorianos voejo em pregação,
navego mar na ventania, louvada seja correnteza!
Que diz meu canto, crivando a mente, não sei não.
Que mora em mim, felicidade e a espada da nobreza ...

Isso é certo, no escrito! Quem poderá dizer que não?
Do vento preferida, a concepção da esbelteza
Não piso eu flano foi sempre assim ! Diz-me um clarão,
procelo e trovejo raios solfejando a delicadeza... 


Sou diferente serei que sente, tantos assim falarão
sou amor e amando, bebo água benta da leveza ,
embriago-me ensandecida com poder da criação!
Sou instrumento empunho a lança da firmeza...

Quer-se posso se posso crio, flamejo a parlação
na vontade há um caminho, removo  a pobreza!
Teço que sinto bordo que penso pinto poema mão.
São momentos afastados purificando malvadeza...

Do mundo sôfrego, que vejo sorrir na inspiração ,
que retira o vento espinhos, carcomendo sisudeza.
Pondo cinto cósmico, no verso ,protejo imaginação
a aura liga o ser Divino a Trindade de meu cordão...

Ah ! Orfeu a cortesia, e a inspirada homilia na toesa
do querer acariciar um gesto nobre. Letras por si falarão
que abençôo de joelhos meus olhos tocando chão turquesa no manto azul do Arcanjo Miguel, olhares cintilarão...

Divinizei !E por aqui vou ficando, pois angélico é o florão
cobrindo a cabeça! O cetro a poesia verso coroa a riqueza
aos que lerem essas linhas, fiadas por tantas mãos , meu coração... O brasão... Sonata de SABIÁS encantando a natureza.

“A Poetisa dos Ventos”
Deth Haak 
28/7/2006



Inspirada em um comentário do poeta Tony Guedes. Sou-te grata, pois minha inspiração, precisa de vocês, poetas e poetisas, leiam uns aos outros e comentem...
Recomendo a leitura, “Verso-te Vento”, inspirada por
Malubarni. 











Deth Haak
Enviado por Deth Haak em 28/07/2006
Reeditado em 28/07/2006
Código do texto: T203923
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Sobre a autora
Deth Haak
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 57 anos
547 textos (65358 leituras)
50 áudios (9717 audições)
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Deth Haak