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Poesia jogada ao Mar.

Quando daqui eu me retirar ó Mar,
Levarei a saudade sincera do azul de tuas águas,
Do remexer inquieto de tuas ondas
E de tua maré tão inconstante.

E mesmo que eu veja outros mares tão azuis e inquietos e inconstantes,
Sentir-me-ei infeliz ao lembrar que o Mar que verei
Não será o Mar que agora vejo (Ó Deus, nunca será tu ó Mar).

Mas levarei sempre comigo a certeza de que tu, em parte, és meu também,
Porque posso agora ver-te e adorar-te,
E tu, ó Mar, tu pertences a quem te ama.

Ó Mar, Mar de minha terra natal, Massayó das águas,
Maceió do tempo que pára para deixar os outros passarem,
Maceió Mar, Maceió meu,
Mar meu...
Mar que no meu pequeno horizonte é incomparável.
TMB
Enviado por TMB em 28/10/2006
Reeditado em 28/10/2006
Código do texto: T276144
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Sobre a autora
TMB
Maceió - Alagoas - Brasil, 25 anos
42 textos (9390 leituras)
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