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A meu pai morto (parte II)


É meu pai os meses se passaram
Mas as saudades não!
Quando é que minha carcaça
Juntarar-se a tua, na plena desgraça.

Que todos demos um viva a morte
Que é a libertação e a maldição
O amor pela morte vem do coração.
Que todo o ódio se arrote

Antes da entrada do caixão
Antes de termos uma paixão.
Mas não fique como meu pai

Sempre que der uma batida em meu coração
Você estará vivo dentro de mim, meu pai.

Ton Dourado
Enviado por Ton Dourado em 30/10/2006
Código do texto: T277311
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Sobre o autor
Ton Dourado
Samambaia - Distrito Federal - Brasil
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Ton Dourado