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nn (a palavra que não tive)

                               À incostância de uma mulher

E foi por TI
Que os novos traços nasceram

E foi nos TEUS olhos
Que meus passos
Não mais se encontraram

É nas tuas mãos
Que a incerteza
Do novo dia
Corre

E é dos lábios TEUS
Que o belo dia nasce

E no TEU rosto
Minha fuga se mostra

E é no riso TEU
Que o meu esconde-se.

E sendo assim
Não desejo outra coisa
Senão a prazerosa sina

De contemplar noturnamente
A mais bela
Das criações divinas

E na TUA inconstância
Torno-me inerte

Fixo a TEUS gestos
Fixo a TEUS passos

Te tatuando
Em cada gota d'alma
Em cada louco traço.


Dio Lenno
Enviado por Dio Lenno em 22/11/2006
Código do texto: T298037

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Sobre o autor
Dio Lenno
Macapá - Amapá - Brasil, 31 anos
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