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Dedicatória

     A Denise,

que me mostra a estrada logo atrás do muro,
que me afaga o sonho e me acalanta o pranto,
que me ensina o afeto quando eu nem procuro,
Que me oferta o amor, como um gesto santo.

     A Ayesha e Arícia,

duas das verdades em que eu acredito,
duas das metades do que sou agora,
duas das histórias que jamais repito,
duas das estrelas que meu céu implora.

      A Aiury,

feito um mensageiro que de longe chega,
feito um anjo envolto na mais tênue bruma,
feito um riso bom, algo que aconchega
feito um coração, sem razão alguma...

Meu pequeno amigo, que nem tinha vindo,
meu risonho artista, que tenho nos braços,
mu anjo de guarda, que vive sorrindo,
meu tardio sonho, que me anima os passos!
   
     Às amizades,

que são verdadeiras luzes da jornada
que são companheiras de momentos tantos,
que são passageiras, como a vida é dada...
que são tantas, tantas... Meus amigos, tantos!
Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 16/10/2005
Reeditado em 16/10/2005
Código do texto: T60221
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro