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Amigo perdido

Nos versos seguintes
Alerto os pais
Nesta ocasião ensejada com requinte
Das situações com o filho falaz.
 
Não compreendem os olhos
Vermelhos de sangue,
A fúria que tange
À busca de estranhos embrulhos.

Ele chora o dia
Em que entrou na roda,
Brincou como queria
E dançou, acorda!
 
O sono profundo
Em que ele mergulha
A cada tragada estimulado pelo madelha
Leva-o para da escuridão o fundo.

Jovem sombrio,
Perde-te consumido pelo cigarro
Para rituais indígenas antes usado
E transforma-te em uma sombra que assoma.

Ainda não perdeste teus olhos
Que não se esquecem facialmente
Então por favor só uma vez tente
Largar essa droga que causa engulhos.


        Ulisses de Maio
Hugo Proença Simões Eu
Enviado por Hugo Proença Simões Eu em 13/10/2007
Reeditado em 27/01/2008
Código do texto: T692185

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Sobre o autor
Hugo Proença Simões Eu
Fortaleza - Ceará - Brasil, 30 anos
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16 e-livros (103 leituras)
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