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O Libertino (A Jonnhy Deep)

Lascivo,  ofegante, opulento…
Perduro o desejo em riste extremo
Que a carne seja fraca ao golpe incisivo.
E o teu corpo nu ó que mais preciso.

Se o momento não se faz presente
Luto pela ressurreição da verdade
Não aquela fácil de usufruir
Como um amor barato de um bordel.

A verdade do prazer renovado pelo amor
Um amor de sexo sem culpas e desconfianças
Um amor readaptado e readiquirido
Um amor reabsorvido.

Se libertino se faz o poema.
E blasfêmia o meu momento santo
Não me faço perdido em vão.
A liberdade tem seu preço mesmo que escrita.

E a renovação exige um suspiro a cada instante
Que seja sublime a derradeira despedida.
Sou a clausura do gozo anunciado.
Ou quem sabe a recensão do poeta morto em mim.
Lorenzo Giuliano Ferrari
Enviado por Lorenzo Giuliano Ferrari em 21/10/2007
Código do texto: T703390
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Lorenzo Giuliano Ferrari
São Paulo - São Paulo - Brasil, 54 anos
1837 textos (51318 leituras)
1 áudios (2457 audições)
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Lorenzo Giuliano Ferrari