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EM LANGOR, PELA ESTRADA - soneto em resposta ao amigo J.B. Xavier, pelo seu soneto UM BRILHO NO OLHAR

EM LANGOR, PELA ESTRADA
Lílian Maial


Seguia só, em langor, pela estrada,
com o peito ardendo o vazio de ti.
Coberta em chagas de amor, alquebrada,
com os olhos tristes, mais tristes que vi.

E na tristeza do olhar – sepultada –
inconformada do quanto sofri,
não vi além, pela dor incrustada,
esses teus lábios que, um dia, sorvi.


Os mesmos lábios bebendo meus sonhos,
beijavam doces meus olhos tristonhos,
como a banir, desse amor, dor malvada.

Foi quando a vida voltou a brilhar,
Lá estavas tu, de paixão, a esperar,
e eu nunca mais, em langor, pela estrada...

Lílian Maial
Enviado por Lílian Maial em 15/11/2005
Reeditado em 15/11/2005
Código do texto: T71881

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Sobre a autora
Lílian Maial
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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