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Um ser cai, mas cedo se levanta

É uma lei não escrita
Que todos encanta:

Um ser cai, mas cedo se levanta

Por vezes estamos à beira do abismo
Presos ao que fomos
Que constitui o nosso pior labirinto

Um ser cai, mas cedo se levanta

Mas quando o passo caminha para o vazio
Há algo que surge em nós
E que foi construído anos a fio

É uma enorme força secreta
Que a coragem
Nessa altura terrível nos empresta

Não é um Deus, e muito menos um anjo salvador
É algo que nos move em silêncio
E nessa altura mostra de nós o melhor

Vem do fundo dos tempos
E que nos ampara esteja a nossa pessoa onde for
É segredo que todos conhecem, mas de que poucos falam
É um bálsamo que cura qualquer dor
Uma luz no escuro
Do mais negro corredor
Um grito de esperança
Uma palavra de amor
Há quem lhe chame muitas coisas
Mas eu chamo-lhe apenas alma ou amizade
É o abrigo
Que nos protege em plena tempestade
São essas duas imensas palavras
Que trazem nos seus doces braços toda a esperança
Sós somos um mundo, acompanhados um universo

Um ser cai, mas cedo se levanta

Poema protegido pelos Direitos do Autor
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 22/03/2006
Código do texto: T126702

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes