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A ROSA BRANCA DA PAZ

Jorge Linhaça
 
Suave rosa branca da paz;
quem dera o teu perfume;
não fosse tão falsificado;
escondendo d'almas o negrume
 
Quem dera essa verdade
não fosse tão desfigurada.
Quem dera a paz verdadeira;
fosse a paz  enfim almejada
 
Quem dera não te usassem
apenas para se esconder!
Quem dera não te salpicassem;
com seus sonhos de poder
 
E nas rubras sombras;
que gotejam sobre ti;
não te fizessem espinho;
para a outros tentar ferir
 
Ah, rosa branca, minha amiga;
quiça um dia possas brilhar;
entre as mais doces cantigas;
e a paz, real, eternizar.
 
Mas enquanto falarem de paz;
e nas sombras guerrearem;
polutas serão tuas pétalas;
até te despedaçarem.
Jorge Linhaça
Enviado por Jorge Linhaça em 13/09/2006
Código do texto: T239254
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Jorge Linhaça
Salvador - Bahia - Brasil, 55 anos
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95 áudios (13093 audições)
1 e-livros (277 leituras)
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Jorge Linhaça