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A P A Z

Esperança, abraço e beijo
olhos de criança,
guaritas de dor,
prantos esfaimados
como que açoitados
pelo vendaval dos antros
desbragados.

Partilhamos sol e sofrimento.
Somos rios de calmaria
luares sangrentos
correndo num desafio
pelas vertentes sem fim
esfaimados de paz.

E...
São mãos de algodão em rama,
semeando um elixir
onde o espanto e a loucura
do que parece não ser
mais parece gargalhar
num desumano crescer.

AH!...
Quem me dera ser Sol.
Ah!...
Quem me dera ser espada.
Pra ficar assim colada
embrulhada em lençóis
de nuvens,
na poeira do teu ser.

Harmonia em Sol Maior.
Volitando sentimentos
embriagados,
toldados
na urgência do amor,
na pressa de se viver.

PAZ!...
Semeadura infinita
de tudo que irás colher.
Religarás muitas vidas
inflamarás nossas lutas,
na mais perfeita harmonia
do que é ou deixa de ser.

PAZ!...
Quando a luz que nos alcança
nos lembra da dor saudade
do que já foi e vai ser,
no ciclo do renascer.
Alegria infinita,
despenteada d'orvalho
no dia que vai nascer.

ALUENA
ALUENA
Enviado por ALUENA em 30/08/2007
Código do texto: T630500

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Sobre a autora
ALUENA
Portugal, 71 anos
6 textos (378 leituras)
3 áudios (113 audições)
3 e-livros (56 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/10/17 13:02)
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