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A poesia voa nas asas do vento
como tempestade boreal a colorir o papel;
Um céu de luzes, habitado pelos Anjos,
clareia a decepção dos escribas fracassados:
“O ar frio das noites setentrionais,
o ar tépido das tardes meridionais,
o ar tórrido das manhãs tropicais...”
não importam as luas e suas fases, 
tampouco o sol cálido, 
imutável criador...
As nuvens...
sim...
as nuvens são fadas em constante mutação
a desfilar seus idílios de novidade:
a poesia pousa, 
enfim, 
no aeródromo vegetal!

Nel de Moraes
Enviado por Nel de Moraes em 14/12/2005
Código do texto: T86005

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Sobre o autor
Nel de Moraes
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 56 anos
407 textos (351736 leituras)
2 e-livros (297 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 12:50)
Nel de Moraes