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QUANDO BATE A SAUDADE



De vez em quando bate a saudade
À porta cerrada do meu coração,
Quando relembro a maciez da mão
Que me fazia esquecer a idade,

E da voz, com acordes divinos ,
Sussurrando coisas ao pé d’ouvido,
Como um travesso menino,
Acordava meu desejo adormecido,

Para com ele em rodopios bailar
Voluptuosas danças em meus quadris,
Fazendo crescer, dentro mim, o mar
Do amor do jeito que eu sempre quis.

E quando vem essa doce saudade
Vem em forma de suave brisa
Trazendo consigo a verdade,
Que o amor é como pedra lisa,

Que nos escapa por entre os dedos,
Restando a lembrança dos momentos
Em que alma se divide em torpedos,
Para explodir os dolorosos tormentos.
Maria Hilda de Jesus Alão
Enviado por Maria Hilda de Jesus Alão em 25/04/2006
Código do texto: T145338

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Sobre a autora
Maria Hilda de Jesus Alão
Santos - São Paulo - Brasil
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Maria Hilda de Jesus Alão