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Tristeza na beira do mar

 
Cá me vou suspirando a beira mar, na brisa que batia com grande força no rosto que chora de tristeza na beira mar.
Olhando o mar em horas bravio, procuro cavar na memória os momentos felizes da minha historia, onde eu fiquei olhando para o mar, pensativo.
A noite era linda.
Mas o medo me perturbava, talvez fosse o simples pensamento de uma bela desconhecida, que fugisse de mim, uma princesa linda!
Quem sabe? Isso passou depressa na mente que passeia nas dimensões dos mares.
Foi um instante, vertigem de tristeza, sexto sentido de um poeta.
No relógio do tempo, chequei a chorar de angustia, tudo isso era o medo, medo da solidão.
O diabo intercalava nos minutos de paz, então se ouvia_ se os mares fortes viam se crescer as ondas.
Meu Deus! O relógio foi assim marcado alternativamente das minhas desgraças,
Quem me provaria que não, pois fui destinado a morrer, quando pensei em perder você.
Eraldo costa
Enviado por Eraldo costa em 08/05/2006
Código do texto: T152450
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Sobre o autor
Eraldo costa
Garanhuns - Pernambuco - Brasil, 33 anos
30 textos (6189 leituras)
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Eraldo costa