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SAUDADE DESSE BOLERO

Nadir A D'Onofrio

Podem até dizer
Isso é coisa do passado!
Nostalgia, coisa antiga!
Mas quando em teus braços estou,
Enlevada nos acordes musicais,
Sob a batuta do teu coração...
Não sinto o tempo passar!
Aprisionada para sempre,
Nas algemas das tuas mãos,
Gostaria de ficar...
Pare o relógio do tempo...
Deixe-me nessa ilusão.
Imagine-me, sua grande paixão!

Amando viveremos
Momentos de fantasias.
Quem nunca sonhou?
Com certeza, também nunca amou!
Devaneios, sonhos, ilusões
Não é doença, alucinação.
São sentimentos brotando,
Do solo fértil d’alma!
Crescendo, florescendo, frutificando,
Em sementes, transformando.
Até fenecer, nos braços de um amor,
Da solidão ou da natureza...
Renascendo para novas proezas!

30/08/2004
Santos SP


 

Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 18/01/2005
Reeditado em 28/04/2011
Código do texto: T1843

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Sobre a autora
Nadir DOnofrio
Santos - São Paulo - Brasil
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Nadir DOnofrio

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