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SAUDADE DESESPERADA


Eu miúdo na cama imensa
Ouvindo meu coração opresso bater
Turbilhão de pensamentos
Lágrimas
Voa lenta a noite insone
O corpo não descansa
Os olhos que não fecham

Antes de partir
Devias ter cravado fundo
Uma adaga afiada
Em meu peito submisso

Mas deixaste-me
Sem gritos
Sem tapas
Sem adeus

Agora que não sei onde andas
A solidão
É minha companheira inseparável
E a poesia
Meu único consolo desesperado

Acho que já esqueci
Como sorrir...

Sigmar Montemor
Enviado por Sigmar Montemor em 15/07/2006
Código do texto: T194578
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Sobre o autor
Sigmar Montemor
São Bernardo do Campo - São Paulo - Brasil, 52 anos
1762 textos (285437 leituras)
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Sigmar Montemor