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SOLIDÃO




1976.



Solidão. Tristeza sem consolação.
Amor desejado, mas acabado.
Não, não me faças isso,
Você sabe o que é solidão.
Não me faças sentir-me só.
Fique sempre ao meu lado.
Solidão, amarga canção,
Sem fim, sem consolação.
“Nada como um novo amor,
para superar um velho amor”.
Mas o difícil é esquecer o “velho amor”.
Eu não te esqueci,
Nem te esquecerei.
Tenho profundas mágoas,
Mas não te esqueço.
Trago encerrado neste peito
O amor por você.
Só você.
Não me deixes só.
Edilene Barroso
Enviado por Edilene Barroso em 20/07/2006
Reeditado em 20/07/2006
Código do texto: T197777

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Sobre a autora
Edilene Barroso
Campinas - São Paulo - Brasil, 53 anos
192 textos (21460 leituras)
12 áudios (4784 audições)
5 e-livros (337 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 16:16)
Edilene Barroso