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ALGUMA SAUDADE

Quando vieres,
estarei vivo,
mas de uma vida quase morte,
vida de saudade.
Não da saudade lusitana,
aquela que é a alma de uma nação,
mas de uma saudade simples,
saudade de rio passando
silencioso
molhando os meus pés.

Meus pés estão molhados
sobre o chão seco de uma vida:
meu Deus, por que te demoras?
Francisco C
Enviado por Francisco C em 22/09/2006
Reeditado em 25/09/2006
Código do texto: T246784

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Sobre o autor
Francisco C
Porto Velho - Rondônia - Brasil, 48 anos
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Francisco C