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Herança eterna.





Transe...
Nem sei como
A porta não abre
Espero alguém
Faço contas do tempo
Quem olha
Pensa que sou maluco.

Não era assim
Parece que a maturidade
Joga contra o sentimento
Erro não houve
Talvez segredos...
Mas sou inocente.

A prova é cruel
Na cozinha bebo café
Na sala ligo a televisão
A distração que não vem
O palco é ali mesmo
Sentado no sofá.

Agora uma dor me invade
A cabeça já não pensa
Estou no poço
Perdido da arte
A matéria desobedece
Pego no sono sem querer
Esqueço de tudo.

Talvez tenha sido fraco
Mas o tempo não me permite
Sentir outro amor.
Condor Azul
Enviado por Condor Azul em 15/10/2006
Código do texto: T265061
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Sobre o autor
Condor Azul
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
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Condor Azul