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MEU QUINTAL

Que saudades!
Saudades do meu quintal!
Como ali gostava de ficar
Era pequeno, mas era meu mundo
Nada, nada me afligia

Tinha um pé de limoeiro
Cujos espinhos eram de amargar
Suas flores sempre abriam
Mostrando que, logo, logo
Os frutos iam dar

Uma horta pequena
Terra preta existia
Eu brincava todo dia
Mas, sempre sozinha

Na casinha, o veludo
Tão pretinho, alegre latia
Os anos se passaram e com ele, o meu quintal!
Veludo foi o primeiro a partir, seguido do limoeiro

Cresci, ali não mais brincava
Mudei de casa e me espantei!
No quintal! terra preta não havia!
Que saudades do meu quintal!

maria do carmo alves marques de castro
Enviado por maria do carmo alves marques de castro em 16/09/2007
Código do texto: T655225
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
maria do carmo alves marques de castro
Volta Redonda - Rio de Janeiro - Brasil, 67 anos
90 textos (3806 leituras)
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maria do carmo alves marques de castro